GCW - PROJETO REENCONTROS - COLÉGIO ESTADUAL MANOEL DEVOTO
PROJETO REENCONTROS
COLÉGIO ESTADUAL MANOEL DEVOTO
Salvador - Bahia

  ÍNDICE GERAL
  Início
  O Colégio - Fotos
  Sua História
  Biografia
  Dr. Manoel Carlos Devoto
  HINOS
  Colégio Manoel Devoto
  Cadastre-se
  Mensagens (Ler e Enviar)
  Professores
  Ex Professores
  Alunos
  Ex Alunos
  Funcionários
  Ex Funcionários
  FAMAD
  Notícias
  VAGAS-Empregos, Cursos
                e Concursos
  Aniversariantes
  Chat Texto - Sala Um
  Chat Texto - Sala Dois
  Chat Texto e Audio
  Dias Feriados e
  Comemorativos
IMPORTANTE LER
  Segurança
  Privacidade
  Quem Somos
ÚTEIS
  Suporte ao Vivo (Ajuda)
  Fale Conosco
  E-Mail para todos
  Cartões
  Administração
GCW
Grupo Casa WebAbaixo, nosso patrocinador


                                    Suas Histórias


         O CEMD tem várias histórias vividas e contadas por cada um de nós     que fomos, somos e os que serão professores, funcionários e alunos dessa     instituição de ensino.

         O Colégio funcionava inicialmente em um prédio antigo na Rua Oswaldo Cruz mesma rua onde hoje funciona porem, mais próximo do largo da Mariquita. Foi lá que toda a história do CEMD começou.

            Governador Juracy Magalhães    Em seu segundo período de governo (1959 a 1963),     Juracy Magalhães foi o 30° governador do estado da Bahia.
         Nesse governo, a Secretaria de Educação e Cultura teve como secretários      Wilson Lins Secretário da Educação e Cultura Wilson Lins e depois Raimundo Mata Secretário da Educação e Cultura Raimundo Mata .
         O Governo Estadual, através da Secretaria de Educação e Cultura, firmou      vários convênios com o Governo Federal, permitindo assim a restauração de      centenas de prédios escolares em ruina e a construção de muitos outros mas,      nesse setor, a iniciativa principal reside na edificação do magnífico Colégio      Estadual Manoel Devoto, no bairro do Rio Vermelho em Salvador, que veio      poupar a milhares de alunos o sacrifício de um longo e custoso transporte      para o Instituto Normal.

     Fonte:Cartilha Histórica da Bahia, composta e impressa por Carlos Frensch.      Editora Cívica. Essa Cartilha foi depositada na Biblioteca Nacional de         acordo com a lei.

         O seu primeiro diretor foi o Prof. Mário Câmera de Oliveira que alem de
     excelente educador é tambem advogado e milita na área trabalhista. O prof.
     Mário é o autor do hino do colégio "Hino do CEMD".
         Segundo relato do nosso colega Magno Reis Andrade (ex - aluno da turma
     de 1962 a 1968) o autor do Hino colocou nele todo o sentimento que tinha
     sobre o colégio e seus alunos.
         Conta-nos o colega Magno Reis Andrade " - Estive certa feita com o Prof.
     Mário Câmera de Oliveira nas dependências do prédio onde funciona a
     Justiça do Trabalho. Naquela oportunidade, travei com ele saudoso diálogo
     ao longo do qual lembrávamos da feliz convivência que antigos alunos,
     professores e servidores nutriam entre si naqueles tempos pretéritos.
         Tenho a observar que o espírito da letra e da ênfase emprestada pelo
     Prof. Mário levava-nos à convicção de que "o (colégio) ignoto, ou
     desconhecido, não nos causava temor, porque dentre todos, neste incluído o
     (colégio) ignoto, éramos os melhores". Portanto, ignoto não era o temor, e,
     sim, outro colégio qualquer.
         Assim como ignoto não era o temor, e, sim, um colégio qualquer, o qual,
     mesmo desconhecido, não nos causaria assombro “porque éramos os
     melhores”, devemos observar que esta idéia era conclusiva no estribilho.
         Disse-lhe eu que ficara gravado na minha memória aquele moto sempre
     por ele repetido ao final dos seus discursos, a enfatizar que éramos "os
     melhores alunos no melhor Colégio". Esta idéia ele colocou no Hino: Que
     não nos assombrava o desconhecido, ou o ignoto, pois éramos, efetivamente,
     os melhores. - "

         O estribilho do Hino do CEMD diz:

Não nos causa temor o ignoto,
A cultura aqui é maior
Pois o nosso querido Devoto
Dos melhores é sempre o melhor.


         O Hino do CEMD, Colégio Estadual Manoel Devoto pode ser lido e
     ouvido nesse site, na íntegra, na página "HINOS".

         O Colégio acolhia tambem alunos residentes em outros bairros mais      distantes como Barra, Barra Avenida, Graça, Vitória, Chame Chame,      Ondina, Vila Matos, Vila América, Vasco da Gama, Federação, Santa      Madalena, Nordeste, Amaralina, Pituba, Caminho das Árvores, Boca do      Rio, entre outros.
         Como o ensino público naquela época era muito conceituado, a procura de      vagas para matricular os filhos era maior que o número de vagas      disponíveis. Para se ingressar em um colégio estadual, era necessário fazer      o então chamado "exame de admissão" uma espécie de vestibular para      aqueles que concluiam o curso primário de cinco anos.
         Os candidatos aprovados nesse exame, ingressavam nos colégios      públicos, entre eles o Manoel Devoto, para cursarem os então chamados      "Curso Ginasial" (4 anos) e "Curso Colegial ou Científico" (3 anos).
         O corpo de alunos era formado por pessoas de diversas classes sócio-      economicas. Havia alunos que iam, por exemplo, em carros próprios,      outros de ônibus e até alguns que se deslocavam a pé e muitas vezes sem      tomar café por falta de recursos. Existiam aqueles que podiam apenas      estudar e os que para ajudar a família ou a si próprios, vinham do trabalho      para a escola. No Colégio Manoel Devoto estudavam os filhos de pessoas já      famosas naquela época, entre eles os filhos de Mario Cravo (artista plástico      e escultor)  Mario Cravo (Artista plástico e escultor)  e Jorge Amado (escritor)  Jorge Amado (Escritor) .
          O mais importante nessa mistura toda é que, o convívio dentro e fora do      colégio entre os alunos era de total igualdade. Não se podia distinguir se não      conhecesse, quem era o mais ou o menos, sócio-economicamente      posicionado. Todos eram iguais entre si, ajudando-se mútuamente no que      fosse necessário e possível. A palavra "PEDIR" naquela época tinha um      significado totalmente diferente do de hoje.
         O Colágio Manoel Devoto comportava centenas de alunos em cada um      dos seus três turnos, matutino, vespertino e noturno.
         Excelentes professores e funcionários, proporcionavam aos alunos as      melhores condições possíveis de aprendizado, preparando-os para o futuro.      Aqueles que optavam em seguir uma profissão de nível médio, concorriam      nos exames existentes para ingressar em escolas desse nível,principalmente      a Escola Técnica Federal, se especializando em diversas áreas ou em outras      escolas profissionalizantes. Os que preferiam continuar os estudos para      profissões de nível superior, concorriam com vantagem de conhecimentos no      vestibular com aqueles que vinham da maioria dos colégios particulares.      Esses últimos, tinham que apelar para os chamados cursinhos pré-vestibular      para conseguirem concorrer com os alunos dos colégios públicos.
         Hoje, esses cursinhos praticamente não existem mais visto que, quem      mais precisa deles hoje são aqueles com pouca ou nenhuma condição de      pagar suas mensalidades. Os antigos cursinhos pré-vestibular hoje se      transformaram em colégios e alguns até em faculdades.
         Algumas dificuldades eram superadas pelos funcionários, professores e      alunos. Um exemplo, entre várias dessas dificuldades, era o fato do colégio      não ter um espaço para atividades físicas e de lazer. O colégio não possuia      quadra de esporte, a educação física das meninas era feita no pátio interno      do colégio e dos meninos no campo de futebol que existia defronte ao quartel      de Amaralina (hoje esse campo não existe mais. Em seu lugar foi construida      a segunda pista da avenida local).   Área do antigo campo de futebol - CLIQUE PARA AMPLIAR A FOTO  Clique na foto para      ampliar. (Foto atual).
           É importante frizar que sempre contamos com o apoio do quartal do      exército para diversas atividades. Naquela época estava sediado ali o 4°      GEMAC, artilharia motorizada, que depois foi transferida para Recife,      ficando funcionando naquela área até hoje o hotel de transito do exército,      clube e espaço para eventos.   Quartel de Amaralina - CLIQUE PARA AMPLIAR A FOTO  Clique na foto para ampliar.      (Foto atual).
         Para os alunos treinarem para competições, principalmente para as      Olimpíadas da Primavera, ou utilizavam aquele campo de futebol (para todas      as modalidades esportivas) ou em espaços conseguidos por empréstimo de      outras instituições ou empresas. O uniforme utilizado nas competições na      maioria das vezes era o mesmo das aulas de educação física com raras      excessões. Toda essa falta de material físico era superada pela qualidade do      material humano dos funcionários, professores e principalmente dos alunos      que conseguiam vencer ou se colocar em ótimos lugares nos finais das      competições. O orgulho de defender o nome do colégio superava quase tudo.
         Destacamos aqui o empenho do nosso Professor Caetano (Educação      Física). Um abnegado que se desdobrava em vários para treinar e      acompanhar os alunos durante as competições em todas as modalides      esportivas que participavamos, tendo que estar em diferentes lugares ao      mesmo tempo em várias ocasiões, o que era humanamente impossível mas,      mesmo assim ele tentava. Ele serviu de exemplo para todos nós com relação      a fazer com amor e nunca fazer simplesmente por fazer.
         Em 1972, foi realizada uma gincana interna entre os alunos dos diversos      anos e turnos. Todas as tarefas dessa gincana visavam conseguir material e      mesmo caçambas de terra para primeiro aterrar a área do fundo do colégio      (atraz da cantina) e depois construir uma quadra de esportes. O que foi      feito. Era uma quadra simples, de cimento, descoberta porem, de grande      valia para todos nós e principalmente, motivo de grande orgulho para os      alunos uma vez que, conseguiram com esforço próprio uma melhoria para o      colégio.
         Por outro lado, contavamos já naquela época nas instalações do Colégio      com um teatro, laboratório de física e química, biblioteca, sala para      artesanato e trabalhos de arte, espaço cultural onde eram dadas aulas de      capoeira e outras artes do folclore baiano assim como os ensaios do nosso      coral.
         No ano de 1971, com as modificações introduzidas pelo governo no ensino,      foram trocados os nomes dos cursos de Primário (5 anos), Ginasial (4 anos) e      Colegial (3 anos), para cursos de primeiro e segundo graus.
         A partir desse ano, ficou determinado que o Colégio Manoel Devoto, não      teria mais o antigo curso colegial ou novo curso de segundo grau. Aqueles      que completassem o primeiro grau teriam que se transferir para outro      colégio. Como já existiam alunos matriculados e cursando o colegial, ficou      decidido que, essas turmas completariam o curso no Manoel Devoto, sendo      os cursos extintos gradativamente a cada ano. Sendo assim, no final de 1973,      se formou a última turma do curso colegial.
         Era o início de um período triste para o ensino público como é do      conhecimento de todos, tanto que, os colégios particulares proliferaram em      número e em qualidade invertendo a situação dos alunos culminando com      medidas paliativas como a reserva de vagas nas universidades para alunos      oriundos de colégios públicos, índios e negros que, na nossa opinião, não      passa de um paternalismo que poderá desencadear numa discriminação e até      num certo preconceito e racismo.
         Porem, os abnegados professores, funcionários e a força de vontade dos      alunos que sabem o que querem na vida e lutam por isso, vêm mantendo e      procurando melhorar a qualidade do ensino e estudos nos colégios públicos      como no caso do Colégio Manoel Devoto dentro do possível e muitas      vezes do impossível. Esperamos que muito em breve, os cursos públicos,      voltem à força total como antes, dando o que funcionários e professores      desejam e merecem (salários justos e condições materiais para o trabalho) e      para os alunos, o que eles realmente necessitam e desejam, um ensino de      boa qualidade, dando-lhes plenas condições de concorrer de igual para igual      com os alunos dos colégios particulares, independente de suas condições      sócio-economicas, cor, credo, etc.

                                                 SOU Colégio Manoel Devoto
                                                     com muito ORGULHO

                                                                   Turma de formandos de 1973

         Zélia Gattai - Escritora  Zélia Gattai (escritora)

         "Nossos filhos estudavam no Colégio Estadual Manuel Devoto, escola      pública, onde tiveram a oportunidade de conviver com crianças de todas as      camadas sociais, coisa boa para a sua formação.
         Filhos de Norma e Mirabeau, Maria e Arthur logo se enturmaram com      João Jorge e Paloma e são amigos até hoje.
         Não custou a João fazer amizades no colégio e fora dele. Com os mais      íntimos - Mariozinho Cravo, Arthur Sampaio, José Luiz Penna, Cláudio      Dortas, entre outros -, todos ótimos meninos, João tinha sempre seus      programas. Paloma se enturmou com Balbina, filha de nossos amigos      Dorothy e Moisés Alves, fazendeiros de cacau. Yeda, sobrinha de Moisés,      que morava com os tios, pouco mais velha que as duas meninas, era ótima      companhia. Sue Safira, Ediane Lobão e Kátia Badaró, íntimas de Paloma,      eram as que mais freqüentavam nossa casa. Juntos, meninos e meninas, a      turma toda, cada dia aumentada, saía à noite para programas inocentes, nos      deixando sem preocupações. Cada vez mais, Jorge e eu nos sentíamos      satisfeitos da decisão tomada, a da mudança para a Bahia, onde      acreditávamos que o perigo da droga ainda não existisse."

                 Curiosidades

                 Vista Parcial do Bairro do Rio Vermaelho - Salvador - Bahia
         Por que o nome do bairro é Rio Vermelho? Qual a origem desse nome?

         No caso do Rio Vermelho, há a considerar o seguinte: “camarajibe”.
         “Camarajibe” é um nome que foi transformado pelo uso popular em      “camurujipe”. “Camarajibe” é rio dos camarás.
         Quem conhece camarás aqui?
         Ninguém mais conhece, todo mundo é do asfalto.
         É uma florzinha vermelha, abundantíssima, antigamente tinha demais aí,      na cidade. Rio das florzinhas vermelhas, rio vermelho, daí nasce o nome do      rio que foi propriedade da casa de Ibiza. Propriedade de Manoel Inácio da      Cunha Menezes, que ganhou de sesmaria a terra que vai dali, da Mariquita      até a sede de praia do Bahia, daí para dentro, a mesma coisa. Morou numa      casa que eu ainda conheci e vocês aqui? Aqui ninguém conheceu, todo      mundo é menino.
         Foi durante muito tempo sede do Aeroclube da Bahia, depois foi demolida      e agora fizeram lá, aquela coisa.
         Ali estava a sesmaria de Manoel Inácio da Cunha Menezes do rio      Vermelho.
         O bairro atual, limitado pelos bairros da Vila Matos e Amaralina , na orla,      continuou mantendo o antigo nome, Rio Vermelho.

         Informações fornecidas por,
       Prof. Cid Teixeira - historiador  Prof. Cid Teixeira (historiador)

                 Comentário Final

         Muitas histórias foram, são e serão vividas no Colégio Estadual Manoel      Devoto. Histórias escritas por cada um de nós que fomos, somos e os que      serão professores, funcionários e alunos dessa instituição de ensino.

         e a história continua ...



Pesquisas realizadas e texto escrito por:


         Geraldo de Assis Brandão
         Brandão, G.A.
         Ex - Aluno do CEMD turma de 1967 a 1973
         Trabalho registrado no CNPq
         Encontrado na Plataforma Lattes   Veja Aqui

         Coordenação Geral do Projeto Reencontros
                       GCW - Equipe Reencontros


Creative Commons License. Clique aqui e leia as condições de uso.
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
Todos os direitos reservados.



 Um pouco mais da história do CEMD

 

 

         Tivemos a felicidade de estudar em um tempo em que podíamos dispor de excelentes instituições de ensino mantidas pelo Estado.

         Alcancei o chamado admissão ao ginásio, verdadeiro vestibular, cadinho que obstruía a entrada de muita gente nos colégios de que falamos. O rigor empregado nesse exame incluía até a temida prova oral, causa do fracasso de muitos.

         Conheci gente que nunca conseguiu ser aprovada no exame de admissão ao ginásio. Para contornar a situação, tentava o mesmo exame em uma instituição de ensino mantida por particulares, sem, obviamente, ter que satisfazer ao mesmo nível de exigência requerido nos colégios oficiais.

         Obtida a aprovação, cursava um ou dois anos no colégio que a acolheu, depois procurava transferir-se para aquele no qual não conseguiu ingressar via exame de admissão ao ginásio. Como se vê, era um drible inacessível aos pobres, nos quais eu me incluía.

         Quando fui aprovado no exame de admissão ao ginásio, o Colégio Estadual Manoel Devoto funcionava na Rua Oswaldo Cruz, em um velho prédio situado bem mais próximo ao Largo da Mariquita, onde, salvo engano, está hoje a Escola Euricles de Matos. Tinha eu a idade de 11 anos e era reconhecidamente um pirralho.

         Foram sete anos de ininterrupta convivência, desde a 1ª. série de ginásio até o 3º ano científico, concluído em 1968, quando me despedi do querido colégio para ingressar no meu primeiro curso universitário.

         Guardo na memória os ensinamentos de professores maravilhosos e capacitados. Ganhei muito com a oportunidade que tive ao estudar latim. Ainda hoje me lembro das aulas ministradas pela Profa. Carmem, que também ensinou alemão lá mesmo para os alunos do curso clássico.

         No meu tempo de aluno, o primeiro contato que tínhamos com a língua inglesa ocorria na 3ª série de ginásio. Dessa época, guardo comigo verdadeiro tesouro, que não encontrei nem mesmo na ACBEU (Associação Cultural Brasil-Estados Unidos). Como fruto das aulas proferidas pela Profa. Lindomar Nunesmaia, de quem fui aluno por seguidos anos, aprendi todos os sons da língua inglesa, combinados com a simbologia oficialmente empregada pela Associação Internacional de Fonética, conforme o método então adotado no nosso colégio.

         Para ser franco, não me recordo de ter sido aluno de professor qualitativamente ruim. Por curioso, relato que certa feita uma professora de geografia distraiu-se em conversa recheada de amenidades e risos. Surpreendida com o soar da campainha, que anunciava o final da aula, apercebeu-se de que nenhuma matéria havia sido lecionada. Eu estava bem próximo dela quando a ouvi pensar alto, ante o dilema do assunto que haveria de registrar na caderneta do professor. Perguntando-se a si mesma, disse audivelmente: “que é que boto na caderneta?”. Não tardou a resposta: “argüição”.

         Extremamente agradáveis eram as aulas de educação física. Eu me divertia muito com a forma com que o Prof. Alcyr nos ensinava, transpirando bom humor à flor da pele.

         Bem, those were the days...




História vivida e escrita por:


         Magno Reis Andrade
         Ex-Aluno de 1962 a 1968
         Todos os direitos reservados
Esse texto poderá ser utilizado para fins de pesquisas e estudos.
Sua transcrição parcial ou total deverá ter a prévia autorização do autor.